Nossos conhecimentos: Barulhos desde o cu do mundo mal chamados de decolonialidade
Nossos conhecimentos: Barulhos desde o cu do mundo mal chamados de decolonialidade É evidente (ou pelo menos para os corpos marginalizados) que a herança colonial e eurocêntrica, além de ser uma questão politica, econômica, de saber e do ser, necessariamente passa também pelo corpo. Nesse sentido, e como levantei algumas vezes nesta disciplina que tanto me contribuiu, chama minha atenção a falta de corpo do “giro decolonial”. Como assim falta de corpo no giro decolonial? Acho que o querido Grosfoguel pode me ajudar a explicar, ou melhor, evidenciar, o que eu quero colocar. Em um de seus textos mais famosos, publicado em 2008, e intitulado: “Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos pós-coloniais: Transmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global”, o querido de Porto Rico menciona: Ramon Grosfoguel è essa pessoa aqui :) “A “egopolítica do conhecimento” da filosofia ocidental sempre privilegiou o mito de um “Ego” não situ...